
Em 14 de dezembro de 1947, Dilma Vana Rousseff nasce em Belo Horizonte, filha do engenheiro e empreendedor Pedro Rousseff, búlgaro naturalizado brasileiro, e da professora Dilma Jane Silva. O casal teve outros dois filhos: o primogênito Igor e a caçula Zana.

Dilma cursa a pré-escola no Colégio Izabela Hendrix. Em 1955, ingressa no Colégio Nossa Senhora de Sion, dirigido por freiras e exclusivo para moças, onde cursa o primário e o ginásio. Já aí, na pré-adolescência, torna-se uma ávida leitora, hábito que mantém até hoje. Seus autores preferidos são: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Cecília Meireles e Adélia Prado.

Em 1964, ano do golpe militar, Dilma ingressa no Colégio Estadual Central. Nessa escola pública e com turmas mistas, inicia a militância na Polop (Política Operária), organização de esquerda com forte presença no meio estudantil, à qual já pertencia seu namorado, Cláudio Galeno. Eles se casariam três anos depois.
Em 67, Dilma inicia o curso de Ciências Econômicas na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e adere ao Colina (Comando de Libertação Nacional), organização que combatia a ditadura. No final de 68, o governo militar baixa o Ato Institucional nº 5 e a situação política se radicaliza.
Como muitos outros jovens militantes de esquerda, Dilma e Galeno começam a ser perseguidos pela ditadura. Eles caem na clandestinidade e, para fugir ao cerco, dividem-se entre diferentes cidades. A distância acaba levando à separação do casal.
Em 69, Dilma ingressa na VAR-Palmares (fruto da fusão entre Colina e VPR), onde conhece seu futuro marido, o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo. No final do ano, muda-se do Rio de Janeiro para São Paulo, mais precisamente para uma pensão no bairro do Brás.
P.S Na próxima postagem publicaremos sobre a década de 1970.
3 comentários:
Coloca a foto quando ela participou do roubo do Banco Andrade Arnaud, na rua Visconde da Gávea, 92, no Rio de Janeiro, de onde foram roubados cerca de R$ 45 milhões de cruzeiros.
Ô “Coragem”, você tá mais pra “Covardia” (kkk) Por que o anonimato? Mas, foi bom vc tocar nesse assunto já desmistificado por um tucano, isso mesmo. Deixa eu ti contar. Vc conhece o senador do PSDB do Amazonas, Artur Virgílio? No mês passado, num pronunciamento no Senado Federal o senador Artur Virgílio, conhecido pelas falas enfurecidas contra Lula, condenou esse ataque a Dilma e defendeu dessa acusação que vc insiste em fazer e que não colou, acusação ultrapassada, inclusive o senador chorou ao defender Dilma após lembrar das mesmas perseguições e torturas que o pai dele sofreu na ditadura, as mesmas que a Dilma sofreu. Esse tipo de baixaria contra Dilma não cola mais, fizeram a mesma coisa contra Lula dizendo que ele era um terrorista, e o povo deu a resposta. “Coragem” não seja covarde.
Coragem? Hum sei... muita coragem...
Apesar de ter defendido Dilma, existem muitas diferenças entre Dilma e Artur Virgílio a principal é que, Dilma não mudou de lado.
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