
Com tudo isso, parei, e comecei a refletir sobre os “barulhos da natureza”. Apesar de morar no interior havia tempo que não prestava a atenção a esses sons. Talvez pela correria da vida moderna, com os estudos, o trabalho, as ferramentas tecnológicas, eu não estava parando para escutá-los. De início estava me incomodando, mas depois parei para ouvi-los por alguns minutos, e percebi sua sutileza e harmonia.
Compreendi a “filosofia” dos sons da natureza. Participei, democraticamente, por minha escolha, da “política” que a natureza estava fazendo, ao ouvi-la e questioná-la. E pude concluir que uma das coisas mais importantes para a natureza, e para o ser humano, é a “liberdade” de poder manifestar os “pensamentos”. Que em relação ao homem com natureza, é saber respeitá-lo e preservá-lo dos “pensamentos destruidores” do homem moderno.
Nenhum comentário:
Postar um comentário