
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Com a ajuda de Protestantes, a Santa Inquisição voltou

Serra ao lado de Paulo Preto, ex-diretor que teria sumido com R$ 4 milhões de sua campanha. Serra disse que não o conhecia

Paulo Preto com o tucano. Serra mentiu!a) Diretor de Engenharia do Dersa, ele comandou as grandes obras da gestão Serra, como o Rodoanel, que reúne inúmeras suspeitas de superfaturamento;
b) Em 2001, Paulo Preto foi assessor da Casa Civil de FHC;
c) Ele mantem fortes laços políticos e pessoais com Aloysio Nunes, o braço direito de José Serra;
d) Paulo Preto emprestou R$ 300 mil a Aloysio Nunes em 2007 para que este adquirisse um apartamento em Higienópolis;
e) A sua filha, Priscila de Souza, é advogada de várias empreiteiras contratadas pelo governo Serra para a construção do Rodoanel;
f) Em junho de 2010, Paulo Preto foi preso na loja Guci, em São Paulo, por receptação de bracelete de brilhante roubado da própria loja;
h) Por fim, Paulo Preto é investigado pela Polícia Federal por suspeita de propina recebida da Camargo Correa.
O homem-bomba ameaça
Diante da porrada de Dilma Rousseff, o candidato José Serra se apresssou em dizer que não conhecia o homem-bomba. Num evento em Goiânia, o demotucano garantiu: "Não sei quem é Paulo Preto. Nunca ouvi falar".
Indignado e temendo ser lançado às feras, o ex-operador tucano resolveu sair da clandestinidade e ameaçou. "Ele (Serra) me conhece muito bem... Todas as minhas atitudes foram informadas a Serra... Não se larga um líder ferido na estrada...Não cometam esse erro", advertiu Paulo Preto numa entrevista à Folha.
Em Aparecida, Serra ajoelha e mente
Agora, diante das ameaças e da revelação de fotos, Serra recuou descaradamente. No UOL, ele saiu às pressas em defesa do ex-diretor da Dersa. “Essa acusação contra ele é injusta porque não houve desvio por parte de ninguém, nem do Paulo Souza”, disse Serra após missa em Aparecida, no interior de São Paulo. “Ele é totalmente inocente nessa matéria", completou. Diante do altar, o demotucano ajoelhou e mentiu novamente.
Os "homens de fé" que não tiveram misericórdia e deceram os cassetetes nos "pecadores" e "indignos" professores paulistas
Do Blog do Miro
Com o Blog Vi o Mundo
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) também declara apoio a DILMA e promete caras-pintadas nas ruas

UNE declara apoio a Dilma Rousseff no 2º Turno

A diretoria plena da UNE, em reunião histórica, acaba de decidir indicar o voto para Dilma Rousseff Presidente da Republica", escreveu Chagas.
Também no twitter, Chagas afirmou que mais de 200 lideranças estavam reunidas quando o apoio foi definido.
“A UNE não se pauta nos interesses de nenhum partido, governo ou pessoa. Nosso compromisso é com a historia d Brasil. Isto está em jogo no 2º turno”, explicou ele.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Feriado de sol com as crianças de Brasília

Dilma explicou que o Brasil viveu um grave processo de esfacelamento das famílias, decorrente da concentração de renda e da falta de uma política habitacional. O resultado é o envolvimento das crianças com as drogas, como o crack, e com a violência.
Chico Buarque, Leonardo Boff, Oscar Niemeyer, Marilena Chauí, entre outros artistas e intelectuais, divulgam manifesto em apoio a Dilma
Artistas e intelectuais organizam manifesto pró-Dilma. Texto assinado por Leonardo Boff e Chico Buarque convoca artistas 'a somarem forças para garantir os avanços' do governo Lula.À NAÇÃO
O manto da democracia e do Estado de Direito com o qual pretendem encobrir seu conservadorismo não é capaz de ocultar a plumagem de uma Casa Grande inconformada com a emergência da Senzala na vida social e política do país nos últimos anos. A velha e reacionária UDN reaparece “sob nova direção”.Em nome da liberdade de imprensa querem suprimir a liberdade de expressão. A imprensa pode criticar, mas não quer ser criticada.
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Retomou o crescimento. Distribuiu renda. Conseguiu combinar esses dois processos com a estabilidade macroeconômica e com a redução da vulnerabilidade externa. E – o que é mais importante – fez tudo isso com expansão da democracia e com uma presença soberana no mundo.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
José Serra afirma que as escolas de São Paulo não têm qualidade por causa dos “migrantes nordestinos”
No meio da entrevista, Serra deixou escapar uma frase curiosa: culpou os “migrantes” pela falta de qualidade da escola paulista. Um tremendo ato falho. A elite paulista – e parte dos tucanos – nutre preconceito pelos nordestinos.
O trecho sobre os “migrantes” está aos 5 minutos e 45 segundos.
O povo simples do Nordeste, e os nordestinos que vivem em todo o país, merecem saber disso, merecem assistir essa entrevista.
É preciso entender o que é hoje o núcleo duro do PSDB (que já não guarda relação com o ideário generoso – ainda que moderado – de Covas, Montoro e outros): é um partido voltado e dominado pela elite paulista.
PSDB é São Paulo. PSDB é a elite de São Paulo que não gosta de nordestino.
E o Serra, na entrevista de 2006, revela isso.
No dia da eleição mesmo, último 3 de outubro, minha irmã recebeu mensagem de uma conhecida (filha da classe média paulistana), que dizia o seguinte: “Pena que Tiririca não ofereceu passagem para os eleitores dele voltarem ao estados de origem. Seria um milhão a menos de ‘pessoas’ em São Paulo”.
Esse é o pensamento de boa parte dos eleitores do PSDB em São Paulo. Se pudessem, mandariam os nordestinos de volta.
Você não precisa gostar da Dilma ou do PT para votar contra Serra no segundo turno. Basta compreender que tipo de interesse Serra representa.
Voltando à entrevista de 2006, lembro bem: Serra saiu do estúdio da Globo furioso. Talvez por isso, pouco tempo depois, numa outra entrevista que iria ao ar no SP-TV 2 (edição da noite), o jornalista Carlos Tramontina recebeu ordens expressas do Rio de Janeiro, para cortar as perguntas duras. Aliás, recebeu do Rio exatamente as perguntas que deveriam ser feitas. A equipe do jornal ficou muito chateada, lembro bem. Porque até ali todas as entrevistas tinham sido feitas com liberdade – como aquela do Chico e Carla Vilhena.
Mas é que a Globo, sob Ratzinger, virou sucursal do projeto serrista de poder. Ou seria o contrário?
Arcebispo da Paraíba, D. Aldo Pagotto, já foi acusado de acobertar padre denunciado por abuso sexual em dezenove meninas na Diocese de Sobral,no Ceará
Em 2005, por exemplo, Dom Aldo Pagotto defendeu o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PSDB), preso pela Polícia Federal acusado de chefiar um grupo que desviava dinheiro público da capital paraibana.
Já em 2008, Pagotto incentivou os paraibanos a não aceitar a decisão do TSE que cassou o mandato do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) por ter praticado corrupção eleitoral.
Agora, o Aldo Pagotto desferiu seu ódio contra o PT de Lula e Dilma. (Leia AQUI)
Recentemente, vários religiosos, leigos, e outras entidades católicas da Arquidiocese da Paraíba, enviaram uma carta a CNBB pedindo o afastamento de Aldo Pagotto devido os frequentes atos de desrespeito e perseguição contra as Pastorais Sociais da Igreja Católica, além dos pronunciamentos preconceituosos do Arcebispo contra os pobres. (Leia AQUI)
Porém, é importante que os brasileiros conheçam melhor outra denúncia gravíssima contra Dom Aldo Pagotto na época em que ele foi bispo da Diocese de Sobral, no Ceará.
Pagotto foi acusado de ameaçar, de coagir quatro adolescentes, das dezenove meninas que denunciaram abusos sexuais cometidos pelo Frei Luiz Thomaz, pertencente a sua então diocese.
A reportagem do Jornal o Povo, de Fortaleza, sobre as denúncias de pedofilia do padre Luiz Thomaz, e que teria sido acobertada por Dom Aldo Pagotto, recebeu um dos prêmios de reportagem regional publicado num livro pela Embratel (uma publicação dedicada aos prêmios e premiados da imprensa brasileira).
Confira a matéria do Jornal O Povo, de Fortaleza, em março de 2002: (clique na imagem para ampliar)
Desabafo de um tucano

Debate na Band: Dilma vence Serra por nocaute

domingo, 10 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Ciro Gomes: "os eleitores têm três semanas para salvar a pátria" de Serra e da campanha suja do PSDB
- Eu, que não tenho papas na língua, não dou valor à tradição conservadora que bota em cima da mesa a arrogância, para que eles possam, por debaixo da mesa, fazer a campanha mais suja, mais desonesta que eu já testemunhei na vida pública brasileira.
Para Ciro, os eleitores têm três semanas para “salvar a pátria” da ameaça que o governo tucano representa.
- São apenas três semanas [...] que nós temos de dedicar a salvar a nossa pátria, o nosso país da ameaça terrível que, por detrás dessa elegância atrás da mesa, [...] usa de manipulação religiosa.
Ciro, que ajudou a reeleger o seu irmão, Cid Gomes (PSB), como governador do Ceará, embarcou na campanha petista nesta semana com o objetivo de levar Dilma à vitória no segundo turno da disputa presidencial. Desafeto declarado de Serra, ele questiona a “decência” do tucano.
- O Brasil todo sabe que a Dilma é decente. Mas o Brasil sabe se o outro candidato é?
Do R7
Deputado do PSDB diz que Serra tem preconceito contra os nordestinos e o Nordeste

José Serra está disseminando o ódio, o preconceito no Brasil. José Serra está dividindo as famílias, os cristãos, a sociedade brasileira

Torpedão 158: Novidades na Secretaria de Esportes de Belém?
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
O Brasil retornará ao tempo da Idade Média e da Inquisição? É isso que Serra quer com o incentivo a intolerância religiosa

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Em nome da verdade. Campanha de Dilma cria central oficial contra boataria

CNBB denuncia que o nome da entidade católica está sendo usado para enganar os fiéis.Campanha de Serra usa criminosamente a religião para atacar Dilma
Em nota oficial, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP) manifestou preocupação com a ação de muitos grupos que, em nome da fé cristã, “têm criado dificuldades para o voto livre e consciente”. “Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições. Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias”.
Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz
O MOMENTO POLÍTICO E A RELIGIÃO
“Amor e Verdade se encontrarão. Justiça e Paz se abraçarão” (Salmo 85)
A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) está preocupada com o momento político na sua relação com a religião. Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente. Desconsideram a manifestação da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil de 16 de setembro, “Na proximidade das eleições”, quando reiterou a posição da 48ª Assembléia Geral da entidade, realizada neste ano em Brasília. Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições.
Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias.
Constrangem nossa conciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial.
Os eleitores têm o direito de optar pela candidatura à Presidência da República que sua consciência lhe indicar, como livre escolha, tendo como referencial valores éticos e os princípios da Doutrina Social da Igreja, como promoção e defesa da dignidade da pessoa humana, com a inclusão social de todos os cidadãos e cidadãs, principalmente dos empobrecidos.
Nesse sentido, a CBJP, em parceria com outras entidades, realizou debate, transmitido por emissoras de inspiração cristã, entre as candidaturas à Presidência da Republica no intento de refletir os desafios postos ao Brasil na perspectiva de favorecer o voto consciente e livre. Igualmente, co-patrocinou um subsídio para formação da cidadania, sob o título: “Eleições 2010: chão e horizonte”.
A Comissão Brasileira Justiça e Paz, nesse tempo de inquietudes, reafirma os valores e princípios que norteiam seus passos e a herança de pessoas como Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes, Margarida Alves, Madre Cristina, Tristão de Athayde, Ir. Dorothy, entre tantos outros. Estes, motivados pela fé, defenderam a liberdade, quando vigorava o arbítrio; a defesa e o anúncio da liberdade de expressão, em tempos de censura; a anistia, ampla, geral e irrestrita, quando havia exílios; a defesa da dignidade da pessoa humana, quando se trucidavam e aviltavam pessoas.
Compartilhamos a alegria da luz, em meio a sombras, com os frutos da Lei da Ficha Limpa como aprimoraramento da democracia. Esta Lei de Iniciativa Popular uniu a sociedade e sintonizou toda a igreja com os reclamos de uma política a serviço do bem comum e o zelo pela justiça e paz.
Brasília, 06 de Outubro de 2010
Comissão Brasileira Justiça e Paz, Organismo da CNBB

