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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Vídeo chocante: Gabriel Chalita rompeu com Serra e foi perseguido

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Gabriel Chalita foi um bem-sucedido Secretário de Educação de São Paulo, no Governo Alckmin.

Foi embora do PSDB, porque não aguentava conviver com o José Serra que, por coincidência, é o maior beneficiário das baixarias na internet.

Por exemplo.

Uma dessas baixarias pode ser punir os professores de São Paulo – para se vingar do Alckmin.

Vamos admitir que Serra tenha assumido o Governo com ódio do Alckmin, que saiu do Governo com 80% de aprovação popular.

É uma hipótese.

Ao tomar posse, num discurso ao lado de Alckmin, Serra ameaçou: vou rever todos os contratos !

Como se o Alckmin fosse um corrupto, um Arruda, um Roriz, que o apoiam.

Chalita tinha dado 50% de aumento aos professores, ao longo de sua gestão.

Serra quase não deu aumento aos professores.

Desmoralizou-os.

E, hoje, não pode fazer comício, em nenhum lugar do Brasil, com medo de professor.

Ele que diploma não tem…

Chalita é católico, devotado, praticante.

Foi para o PSB, partido de Eduardo Campos, Cid Gomes e Renato Casagrande, campeões de voto.

Vereador, lançou-se candidato a deputado federal.
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A certa altura, teve a sensação de que não se elegeria.

Passou a ser perseguido implacavelmente nas redes sociais.

E-mails injuriosos.

Acusações infâmes.

Teve que retirar um vídeo fraudulento do YouTube: uma voz imitava a dele, para elogiar a Marta Suplicy e defender o aborto.

Chalita temeu que a baixaria o derrotasse inapelavelmente.

Teve 560 mil votos.

Foi o segundo, depois do Tiririca.

Ou seja, se os que fazem baixaria na internet na suposição de que derrotam a Dilma, podem tomar uma gloriosa tunda no segundo turno.

Veja como Chalita, depois de romper com Serra, teve de enfrentar uma campanha de difamação sorrateira, baixa, de acusadores sem rosto, habitantes da treva:

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Crise na campanha de Serra: Presidente do PSDB briga com marqueteiro para colocar mais vídeos agressivos contra Dilma na TV


A Folha Online publica uma matéria da ótima repórter Cátia Seabra dando conta de que a campanha de (mais) baixaria contra Dilma Rousseff por parte da campanha de Serra está causando um “barraco” entre o marqueteiro tucano, Luiz González, e o presidente do partido, Sérgio Guerra.

Guerra quer que os comerciais – que , aliás, ferem a lei ao usar efeitos de computação, como aquele “morphing” que é usado para modificar o rosto das pessoas, e até cachorros da raça rottweiller – sejam exibidos imediatamente.

González diz que submeteu as peças a grupos de pesquisa e a reação foi ruim.

Não são apenas ruins, são abjetas. Usa-se até uma mulher que imita a voz de Dilma, como se imitou a voz de Elba Ramalho e se falsificou uma favela no início da campanha. Queima-se uma revista Veja, como se algo estivesse sendo feito contra ela.

As peças são puro terrorismo, e já estão sendo divulgadas pela mídia, como faz a revista Época.

O martelo – ou a marreta, no caso – está nas mãos do próprio Serra.

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