terça-feira, 26 de outubro de 2010
Torpedão 159: Novas ferramentas no blog
Pastorais da Juventude Católica do Brasil publicam manifesto em apoio a DILMA e conclamam os jovens a não votarem em Serra, pois o tucano representa o retrocesso para o país
O processo eleitoral nos desafia a refletir sobre que tipo de projeto de desenvolvimento se coloca para a sociedade brasileira, em especial para a juventude. A despeito dos largos passos dados nos últimos anos na construção da pluralidade religiosa e no combate a intolerância, temos assistido no Brasil um processo fundamentalista de criminalização da atividade política de quem, a partir da fé e do envolvimento comunitário, quer transformar a realidade. Ao mesmo tempo, este processo cria uma indevida utilização dos preceitos religiosos para o benefício de uma candidatura escondendo, por trás do discurso da moral, a posição política daqueles que querem de volta o conservadorismo e a lógica neoliberal para o centro do comando do executivo federal do país.
Confira no Blog Vi o Mundo a lista das quase 300 lideranças das Pastorais da Juventude Católica do Brasil que assinam o manifesto em apoio a DILMA.
Os segredos internacionais por trás da “Revolução do Ódio” no Brasil
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
DENÚNCIA URGENTE: Adversários de Dilma e Lula preparam novas armações
Recebi este alerta de uma companheira que tem uma intensa prática nas redes sociais. Estivemos juntas na última campanha de Lula para presidente no Orkut, que era então o site de relacionamentos mais atuante.
A relação entre as privatizações, o papel do Estado e o apagão no governo FHC
Desconstrução do preconceito
domingo, 24 de outubro de 2010
A #Vejamente continua a #Vejamente de sempre
Para a #Vejamente, Collor era o caçador dos corruptos, dos marajás. Deu no que deu. .
Para a #Vejamente, os pobres da periferia estão “invadindo” os bairros da classe média nas grandes cidades. É preciso retirá-los das proximidades dos bairros ricos.A #Vejamente anunciando a “extinção” do PT. Nessas eleições de 2010, o Partido dos Trabalhadores elegeu a maior bancada de deputados federais, além de vários senadores e governadores.
Portal R7 desmonta #Globomente e a #Vejamente: Quebra do sigilo da filha de Serra e de outros tucanos partiu de briga interna entre Aécio e Serra
Em depoimento à PF, jornalista afirma que dossiê era “fogo amigo” entre tucanos.
Líderes do PSDB tentavam culpar PT por quebra de sigilo de pessoas ligadas a Serra
A quebra dos sigilos fiscais de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Verônica Serra, Eduardo Jorge Caldas e outros tucanos, ligados ao candidato José Serra, havia sido atribuída ao PT por líderes do PSDB. Nesta semana, porém, as apurações da Polícia Federal conduzem a um caso de investigação interna no partido por motivação política.
O jornalista Amaury Ribeiro Júnior confessou ter contratado o serviço ilícito de investigação. E em depoimentos à Polícia Federal, afirmou que um grupo ligado a José Serra procurava montar dossiê contra Aécio Neves, que à época do pedido, em dezembro de 2007, era governador de Minas Gerais e travava uma disputa interna com Serra para definir quem seria o candidato do PSDB à Presidência.
Leia trecho do depoimento:

A declaração foi dada no último dia 15 em depoimento e o documento foi obtido pelo jornal O Estado de S.Paulo. O depoimento do jornalista indica que, ao contrário das acusações feitas por Serra, o dossiê contra pessoas ligadas ao tucano nasceu após uma disputa interna dentro do próprio PSDB. A campanha de Serra acusava o PT e pessoas ligadas à campanha de Dilma de ter encomendado a quebra de sigilo de tucanos e de familiares de Serra.
Amaury disse que decidiu, por conta própria, elaborar um dossiê. À época, ele trabalhava no jornal O Estado de Minas. Segundo ele, após obter informações de suas fontes jornalísticas, ele conseguiu descobrir que se tratava de “grupo que trabalhava pra José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba [PSDB-RJ]”.
Segundo ele, no grupo havia pessoas ligadas ao SNI (Serviço Nacional de Investigação).O pedido teria partido de Itagiba, delegado e à ocasião deputado tucano carioca, muito ligado a Serra e comandante do serviço de inteligência da Polícia Federal durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso na Presidência.
Itagiba teria montado, então, ação com ex-agentes da Polícia Federal e da Abin (órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência) para vasculhar ações de Aécio e procurar supostas irregularidades.
Aécio tinha interesse em ser candidato do PSDB à Presidência e, como tem alto índice de aprovação principalmente em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral e decisivo na disputa presidencial, era uma barreira para Serra.Em abril, o jornalista fez chegar aos ouvidos petistas a apuração, pois tinha interesse em participar da campanha de Dilma Rousseff. Mas o grupo que procurou não foi contratado pela campanha do PT.
Para o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o resultado das investigações “comprova o que dizíamos desde o início” sobre o suposto dossiê, de que “não houve solicitação, encomenda, ou ligação do PT ou da campanha” [de Dilma] relativa à quebra de sigilo de pessoas ligadas a Serra.- O que podemos constatar é que caiu por terra qualquer tentativa do candidato Serra de dar forma de estrela a esse episódio, a esse bicho. Esse bicho tem perna, pena e bico de tucano.
Dutra afirmou que ainda falta descobrir o “motivo”, daí o pedido de investigação sobre a suposta central de espionagem de Serra.
- Não temos nem tivemos qualquer responsabilidade nesse episódio. Pedimos o primeiro inquérito, fizemos aditamento e agora a partir do que foi informado hoje estamos solicitando investigação dessa central de espionagem comandada pelo deputado Marcelo Itagiba, que além de tucano é araponga contumaz.
Do R7sábado, 23 de outubro de 2010
Editora da revista Veja, que ataca Lula e Dilma toda semana, tem contrato de R$ 34 milhões com o Governo do PSDB em São Paulo. #vejamente


Escândalo: a fraude do vídeo que a #globomente exibiu
É impressionante a manipulação, tosca, vulgar, do video que a #globomente apresenta como prova de que havia um outro objeto, além da bolinha de papel.
Isso não significa que a #globomente fraudou.
Mas, que exibiu uma fraude.
Mesmo que involuntariamente.
Inacreditável.
Prepare seu coração, amigo navegante.
Você jamais viu nada parecido !!!
Em tempo 1: Trata-se da edição do debate Collor x Lula, de 1989, e o Golpe do Ali Kamel do primeiro turno de 2006. A #globomente não muda.
Até a UOL da Folha de São Paulo, ligada aos tucanos, noticia a farsa da Rede Globo e de José Serra
Na noite de quinta-feira, o principal telejornal do país exibiu uma comparação entre imagens do SBT e outras, captadas pelo telefone celular de um repórter da Folha de S.Paulo, para dizer que Serra foi atingido duas vezes na passagem pelo bairro de Campo Grande, em meio a um confronto entre petistas e tucanos.
O presidenciável, segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, afirmou que um objeto de aproximadamente meio quilo o atingiu na cabeça. As imagens do SBT, que teriam sido captadas em outro momento, mostram apenas uma bola de papel tocando a cabeça do ex-governador de São Paulo.
O perito Ricardo Molina disse ao Jornal Nacional que as imagens foram gravadas em momentos diferentes e que o objeto que teria deixado Serra “grogue”, na narração de aliados dele, era semelhante a uma “fita de rolo”. Ao longo da tarde, outros especialistas e muitos curiosos contestaram a versão.
Em grande parte, os comentários são semelhantes aos feitos na quinta-feira, quando o tópico SerraRojas também ficou entre os mais comentados do microblog. O tema faz referência ao ex-goleiro da seleção chilena Roberto Rojas, que em 1989 cortou o próprio supercílio e simulou uma agressão durante partida no Maracanã.
A TV exibiu a reportagem ao longo de aproximadamente 7 minutos na quinta-feira e informou que usou as imagens de celular porque sua equipe não tinha filmado o momento no qual Serra teria sido atingido por um objeto na caminhada.
A assessoria de imprensa de Serra já tinha negado, antes do Jornal Nacional, que o tucano tivesse sido atingido apenas por uma bola de papel. Um vídeo do SBT exibe esse momento, durante o tumulto. Citando essas imagens, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) criticaram o tucano. O programa da petista no horário eleitoral obrigatório também fez referência ao que chamou de "teatro" do presidenciável tucano.
O dia em que até a Globo vaiou Ali Kamel
Por Rodrigo Vianna.
A imensa maioria dos jornalistas da Globo-SP (como costuma acontecer em episódios assim) não tinha a menor idéia sobre o teor da reportagem, que tinha sido editada no Rio, com um único objetivo: mostrar que Serra fora, sim, agredido de forma violenta por um grupo de “petistas furiosos” no bairro carioca de Campo Grande.
Na quarta-feira, Globo e Serra tinham sido lançados ao ridículo, porque falaram numa agressão séria – enquanto Record e SBT mostraram que o tucano fora atingido por uma singela bolinha de papel. Aqui, no blog do Azenha, você compara as reportagens das três emissora na quarta-feira. No twitter, Serra virou “Rojas”. Além de Record e SBT, Globo e Serra tiveram o incômodo de ver o presidente Lula dizer que Serra agira feito o Rojas (goleiro chileno que simulou ferimento durante um jogo no Maracanã).
Ali Kamel não podia levar esse desaforo pra casa. Por isso, na quinta-feira, preparou um “VT especial” – um exemplar típico do jornalismo kameliano. Sete minutos no ar, para “provar” que a bolinha de papel era só parte da história. Teria havido outra “agressão”. Faltou só localizar o Lee Osvald de Campo Grande. O “JN” contorceu-se, estrebuchou para provar a tese de Kamel e Serra. Os editores fizeram todo o possível para cumprir a demanda kameliana, mas o telespectador seguiu sem ver claramente o “outro objeto” que teria atingido o tucano. Serra pode até ter sido atingido 2, 3, 4, 50 vezes. Só que a imagem da Globo de Kamel não permite tirar essa conclusão.
Aliás, vários internautas (como Marcelo Zelic, em ótimo vídeo postado aqui no Escrevinhador) mostraram que a sequência de imagens – quadro a quadro – não evidencia a trajetória do “objeto” rumo à careca lustrosa de Serra.
Mas Ali Kamel precisava comprovar sua tese. E foi buscar um velho conhecido (dele), o peritoRicardo Molina.
Quando o perito apresentou sua “tese” no ar, a imensa redação da Globo de São Paulo – que acompanhava a “reportagem” em silêncio – desmanchou-se num enorme uhhhhhhhhhhh! Mistura de vaia e suspiro coletivo de incredulidade.
Boas fontes – que mantenho na Globo – contam-me que o constrangimento foi tão grande que um dos chefes de redação da sucursal paulista preferiu fechar a persiana do “aquário” (aquelas salas envidraçadas típicas de grandes corporações) de onde acompanhou a reação dos jornalistas. O chefe preferiu não ver.
Farsa da Rede Globo e de José Serra é destaque na imprensa internacional. #Globomente
O protesto começou no twitter, quando internautas brasileiros divulgaram a farsa da Globo e espalharam a hastag #Globomente. Termo que se espalhou rapidamente e tornou-se o primeiro um dos assuntos mais comentado no twitter em todo o mundo desde ontem.
A repercussão da farsa da Globo e de Serra cresceu tanto que os jornais Le Monde, da França, e o Clarín, da Argentina, publicaram matéria nesta sexta-feira sobre o fato.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Jornal Nacional, Serra, Perito Molina e o Médico do PSDB se esqueceram de combinar a mentira. Confira a imagem
Datafolha confirma Ibope e Vox. E Jornal Nacional entra em pânico
Nos válidos, Dilma fica com 56% e Serra com 44%.
É a consolidação da tendência já antecipada pelo Vox e depois pelo Ibope.
A única pesquisa que se choca com a possível vitória de Dilma com certa tranquilidade é o Sensus, que na noite de ontem anunciou uma diferença de apenas 5% dos votos válidos entre os dois candidatos.
O Jornal Nacional está fazendo de tudo para mudar esse cenário atual de favoritismo de Dilma.
Hoje sua edição foi pau puro no PT.
Desde a criação do conselho de comunicação no Ceará, passando pela bolinha de papel na protuberância que fica acima do pescoço de Serra até chegar à história dos sigilos.
Serra pode ter desistido, mas a Globo pelo jeito ainda tem esperança de virar o jogo.
A militância será fundamental para garantir essa vantagem de Dilma. Não serão 10 dias fáceis, como seria natural se o Brasil vivesse numa democracia sem uma organização como a Globo.
Uma empresa de comunicação com os poderes da Globo impede uma democracia plena.
















