terça-feira, 19 de outubro de 2010

Na terra de Marina Silva, diretório do PV apoia Dilma

O diretório regional do PV no Acre, onde nasceu a senadora Marina Silva (PV), terceira colocada no primeiro turno da eleição presidencial, decidiu na noite desta segunda-feira (18) "apoiar incondicionalmente" a candidatura de Dilma Rousseff (PT) à presidência da República.
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A decisão do PV foi anunciada após reunião da executiva regional com o senador Tião Viana (PT), governador eleito do Acre. O candidato derrotado ao Senado, deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB), também participou da reunião, no diretório do PV, no centro de Rio Branco (AC).
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Presidente do PV no Paraná também declara apoio a Dilma
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O presidente do PV no Paraná, Antonio Jorge Melo Viana, declarou voto para Dilma Rousseff, presidenciável do PT, apesar da decisão de neutralidade no segundo turno que foi tirada na convenção nacional do PV no último domingo (17). Aliado do PT e do PMDB, partidos que formam a base da coligação de Dilma no Estado, Viana disse que baseou sua decisão na coerência.
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"Temos uma história de luta de 24 anos e sempre em uma posição de esquerda. O PV do Paraná nunca se aliou ao PFL ou ao PSDB. Entre o projeto do governo atual e o projeto neoliberal anterior, ficamos com o atual. Se alguém me apontar um brasileiro que esteja vivendo em piores condições do que há 8 anos, talvez eu mude de opinião", justifica Melo Viana, que foi secretário do governo de Roberto Requião (PMDB) no Paraná.
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domingo, 17 de outubro de 2010

Isto É: Serra deve explicações à sociedade brasileira

A Rede Globo, e o seu Jornal Nacional, continuam escondendo o escândalo da Campanha de José Serra...


A edição deste final de semana da revista Isto É, traz reportagem sobre as relações entre o candidato José Serra e o engenheiro Paulo Vieira de Souza (em destaque na foto), conhecido como Paulo Preto. “Como candidato à presidência da República, José Serra deve explicações mais detalhadas à sociedade brasileira”, diz a abertura da matéria.

Essas explicações, acrescenta, se referem a um nome umbilicalmente ligado à cúpula do PSDB, mas de pouca exposição pública até dois meses atrás”. Leia a reportagem completa da revista em anexo no fim desse texto.

Em agosto deste ano, a Isto É publicou publicou denúncia segundo a qual o engenheiro Paulo Souza, ex-diretor da estatal Dersa no governo tucano em São Paulo, era acusado por líderes do PSDB de ter desaparecido com cerca de R$ 4milhões que teriam sido arrecadados deforma ilegal pela campanha tucana.

O assunto voltou ao debate público, quando Dilma Rousseff pronunciou o nome de Paulo Preto no debate realizado pela Rede Bandeirantes, no dia 10 de outubro. Serra manteve-se em silêncio e não respondeu a pergunta. No dia seguinte, negou conhecer o engenheiro, posição que durou apenas algumas horas diante de uma clara ameaça feita por Paulo Preto via imprensa. A Isto É reconstitui o roteiro das declarações de Serra:

"Na segunda-feira 11, em Goiânia (GO), em sua primeira manifestação sobre o caso, o candidato do PSDB negou conhecer o engenheiro. “Não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factoide criado para que vocês (jornalistas) fiquem perguntando.” A declaração provocou uma reação imediata. Na terça-feira 12, a “Folha de S.Paulo” publicou uma entrevista em que o engenheiro, oficialmente um desconhecido para Serra, fazia ameaças ao candidato tucano. “Ele (Serra) me conhece muito bem. Até por uma questão de satisfação ao País, ele tem que responder. Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam este erro”, disparou Paulo Preto. Serra demonstrou ter acusado o golpe.

Horas depois da publicação da entrevista, em evento em Aparecida (SP), o candidato recuou. Com memória renovada, saiu em defesa do ex-diretor do Dersa. Como se jamais tivesse tratado deste assunto antes, Serra afirmou: “Evidente que eu sabia do trabalho do Paulo Souza, que é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de engenheiro do ano. A acusação contra ele é injusta. Ele é totalmente inocente. Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo”. Aos eleitores, restou uma dúvida: em qual Serra o eleitor deve acreditar?

Naquele que diz não conhecer o engenheiro ou naquele que elogia o profissional acusado pelo próprio PSDB de desviar R$ 4 milhões da campanha? As idas e vindas de Serra suscitam outras questões relevantes às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais: por que o tema lhe causou tanto constrangimento? O que Serra teria a temer para, em menos de 24 horas, se expor publicamente emitindo opiniões tão distintas sobre o mesmo tema?"

O que falta explicar

A reportagem da Isto É aponta sete pontos que precisam ser explicados nesta história. São eles:

1. De onde vieram os R$ 4 milhões que Paulo Vieira de Souza é acusado de desviar das campanhas tucanas?

2. O que manteve o engenheiro Paulo Preto à frente das principais obras do Estado, mesmo depois de ser definido pelo então vice-governador, Alberto Goldman, como “incontrolável”?

3. Por que o ex-secretário de Transportes, Mauro Arce, a quem o Dersa é vinculado, não afastou Paulo Preto, se ele também foi avisado por Goldman sobre as atitudes do engenheiro?

4. Por que Paulo de Souza foi exonerado quando Goldman assumiu o governo?

5. Por que, após o caso vir a público, os tucanos se mantiveram em silêncio por dois meses?

6. O tesoureiro-adjunto do PSDB-SP, Evandro Losacco, diz que Paulo de Souza tinha poder para pedir dinheiro em nome do partido. Quem deu esse poder a ele?

7. Por que o candidato José Serra disse inicialmente que não conhecia o engenheiro e, após ser ameaçado por Paulo Preto, apresentou outra versão e afirmou tratar-se de um profissional competente?

Leia no anexo a seguir a reportagem completa da Isto É (Isto É: O poderoso Paulo Preto)

Carta Capital: investigações apontam ligação do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, e do senador Agripino Maia (DEM), no mensalão do DEM do Arruda


Sérgio Guerra (esquerda) e Agripino Maia são os principais citados pela funcionária que coordenava os trabalhos do mentor do esquema

Vermelho - 17 de Outubro de 2010 - 17h00

Carta Capital aponta que presidente do PSDB é o principal citado em vídeo apreendido pela PF durante a Caixa de Pandora; Revista sustenta que caso foi abafado pela campanha tucana.

José Cruz, Agência Brasil

As investigações (apontam) que Sérgio Guerra (esquerda) e Agripino Maia são os principais citados pela funcionária que coordenava os trabalhos do mentor do esquema.

As investigações que revelaram o esquema conhecido como Mensalão do DEM continuam a pleno vapor e chegaram ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra, também coordenador da campanha de José Serra à Presidência da República.

A análise de um dos CDs apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Caixa de Pandora coloca em cena os nomes de Guerra e do senador Agripino Maia, do DEM do Rio Grande do Norte. Os dois e o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, eram os políticos que mais recebiam ligações de uma funcionária da empresa de coleta de lixo que comandava a arrecadação e a distribuição ilegal de recursos. Essa funcionária, identificada como Dominga, era quem coordenava os trabalhos de Eduardo Badra, ex-diretor da Qualix e mentor do crime. De acordo com reportagem da Carta Capital desta semana, o dinheiro de propina era acomodado em caixas de papelão com montantes de 50 mil reais.

Investigações

O repórter Leandro Fortes aponta que os investigadores da Polícia Federal estão de olho, principalmente, nos contratos de lixo do Distrito Federal. A partir do governo Roriz, a coleta de dejetos passou a ser terceirizada, tendo a Qualix como principal vencedora de concorrências ou mesmo como beneficiada por convênios feitos sem licitação. A partir de 2006, no governo tucano de Maria Abadia, outras empresas passaram a receber os bilionários contratos, sempre suspeitos. Os esquemas continuaram durante o governo de José Roberto Arruda (DEM), cotado para ser o vice de Serra até acabar preso pela PF.

O senador Sérgio Guerra disse ser amigo de Badra há 30 anos, mas afirmou que é falso o vídeo apreendido pela polícia. Já Agripino Maia pontuou que foi procurado por outros jornalistas, mas assegurou que todos se desinteressaram pela história após ouvirem a versão apresentada por ele. Para Carta Capital, a história é outra: nada foi publicado por pressão da campanha de Serra sobre as redações.

Fonte: Rede Brasil Atual

Caiu a farsa: Esposa de Serra que atacou Dilma dizendo que ela era “a favor de matar criançinhas” praticou aborto com consentimento do próprio Serra

A farsa da campanha de José Serra sobre o aborto caiu...

O caso foi noticiado pelo jornal Folha de S. Paulo e publicado na manhã deste sábado (16) Foto: Terra

Por Gilberto Nascimento/Portal Terra

O jornal Folha de S.Paulo publica neste sábado (16) reportagem intitulada "Monica Serra contou ter feito aborto, diz ex aluna." O texto assinado pela colunista Monica Bergamo ocupa a metade inferior da página 10. A ex-aluna é Sheila Canevacci Ribeiro, de 37 anos, que teve Monica Serra como professora de dança na Universidade de Campinas (Unicamp).

A reportagem de Monica Bergamo descreve, a princípio, frases que Sheila postou em seu Facebook um dia depois do debate na TV Bandeirantes. Na segunda-feira, 11, Sheila dizia em seu perfil no Facebook que escrevia para "deixar minha indignação pelo posicionamento escorregadio de José Serra" em relação ao tema aborto.

Sheila escreveu, relata a Folha de S.Paulo, que Serra não respeitava "tantas mulheres começando pela sua própria mulher. Sim, Mônica Serra já fez um aborto", relatou a ex-aluna em texto republicado por sites e blogs ao longo da semana e que agora teve sua veracidade de autoria confirmada pela Folha.

A colunista Monica Bergamo relata ter conversado não apenas com Sheila, mas também com outra das ex-alunas de Mônica Serra que ouviram o relato da então professora sobre o aborto. À Folha, está dito na reportagem, "a bailarina diz que confirma 'cem por cento' tudo que escreveu" em seu Faceboook.

À colunista Monica Bergamo, Sheila confirmou um dos principais trechos escritos em seu Facebook. Nele, a ex-aluna de Monica Serra desabafa:

"Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre seu aborto traumático".

Em seguida, indagou a ex-aluna de Monica Serra em seu Faceboook e reproduziu a Folha: "Devemos prender Monica Serra caso seu marido fosse (sic) eleito presidente?".

A reportagem da Folha de S.Paulo tem, logo ao lado direito do texto, uma reprodução de santinhos que o candidato José Serra tem distribuído para eleitores. Com a foto do tucano, o santinho é encimado pela citação "Jesus é a verdade e a justiça".

A Folha localizou em Brasília uma colega de classe de Sheila, ela também ex-aluna da esposa do candidato tucano. Professora de dança na capital federal, informa Monica Bergamo, essa segunda ex-aluna concordou em falar sob a condição do anonimato.

A colega de Sheila contou, descreve a Folha, que, nas aulas, as alunas se sentavam em círculos, criando uma situação de intimidade. Enquanto fazia gestos de dança, descreve a Folha, Monica Serra explicava como marcas e traumas da vida alteram movimentos do corpo e se refletem na vida cotidiana.

Segundo a ex-estudante, continua a Folha de S. Paulo, "as pessoas compartilhavam suas histórias, algo comum em uma aula de psicologia. Nesse contexto, afirmou, Monica (Serra) compartilhou sua história com o grupo de alunas. Disse ter feito o aborto por causa da ditadura", informa a Folha.

Prossegue o relato na Folha de S.Paulo:

Ainda de acordo com a ex-aluna, Monica disse que o futuro dela e do marido, José Serra, era muito incerto. Quando engravidou, teria relatado Monica à então aluna, o casal se viu numa situação muito vulnerável.

À Folha e a Monica Bergamo, Sheila faz questão de manifestar qual é a essência da sua decisão ao falar: "Ela (Monica Serra) não confessou. Ela contou. Não sou uma pessoa denunciando coisas. Mas (ela é) uma pessoa pública, que fala em público que é contra o aborto, é errado. Ela tem uma responsabilidade ética."

Sheila é filha da socióloga Majô Ribeiro, ex-aluna de Eva Blay no mestrado da USP. Eva Blay, foi suplente de Fernando Henrique Cardoso no Senado, informa a Folha. Majô, mãe de Sheila, foi ainda pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais da USP, fundado pela ex-primeira dama Ruth Cardoso (1930-2008).

Militante feminista, Majô, a mãe de Sheila, foi candidata derrotada a vereadora e a vice-prefeita em Osasco. Pelo PSDB.

À Folha a socióloga disse estar "preocupada" com a filha, mas afirma - é o relato no jornal - que a criou para "ser uma mulher livre" e que ela "agiu como cidadã".

Sheila é casada com o antropólogo italiano Massimo Canevacci, que foi professor de antropologia cultural na Universidade La Sapienza, em Roma, e hoje dirige pesquisas no Brasil.

A Folha informa ainda que a assessoria de Monica Serra "não respondeu aos questionamentos feitos pelo jornal "a respeito do relato de suas ex-alunas".

Diz ainda que o jornal procurou Monica Serra pela primeira vez na manhã de anteontem (A quinta-feira, 14): "Segundo sua assessoria, ela havia viajado para o Chile e não seria possível localizá-la naquele momento".

Por fim, conta colunista Monica Bergamo, "entre quinta-feira e ontem (sexta-feira, 15) a reportagem telefonou seis vezes e enviou cinco e-mails para a assessoria. Recebeu uma mensagem com a seguinte afirmação: "Não há como responder".

A hipocrisia do #Serramilcaras. É esse retrocesso que você quer para o Brasil?

Assista ao vídeo e divulgue:

Arcebispo do Rio proíbe panfletos, critica propaganda nas missas e recomenda imparcialidade

O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, disse que não vai tolerar a propaganda política dentro das igrejas. Depois de celebrar missa para cerca de 3 mil fiéis na Catedral Metropolitana, no Centro do Rio, Dom Orani exortou os católicos a terem cautela com as “coisas que não são da Igreja”. O objetivo é evitar uma ‘guerra santa’, gerada pelo clima político das eleições para a Presidência da República.
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O arcebispo afirmou que a Igreja não permite a propaganda política dentro dos templos e recomendou cautela aos fiéis. “Tomem cuidado com o que sai (nos jornais) sobre eleições e a Igreja Católica, que o arcebispo disse isso, que o arcebispo autorizou, sobre coisas que não são da Igreja. Qualquer dúvida, procurem saber se é verdade com o vigário episcopal”, aconselhou o arcebispo.
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Em sua página na Internet (www.arquidiocese.org.br), no link “Orientações para o eleitor no segundo turno”, a Arquidiocese recomenda aos católicos “imparcialidade e incentivo ao voto”. A nota diz que em diversos encontros com representantes e lideranças de partidos políticos, Dom Orani Tempesta tem reforçado a posição da Igreja Católica. “A Igreja incentiva a participação política de todos os fiéis e se preocupa em oferecer critérios para que possam escolher seus candidatos, de forma livre e consciente, em conformidade com a doutrina social da Igreja”, diz a nota.
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O texto ressalta que religiosos ou qualquer outro membro da Igreja Católica estão desautorizados de pedir votos para quem quer que seja: “A Arquidiocese recorda a importância da escolha individual, que deve ser feita por cada fiel cristão”, diz o texto. (Do jornal O Dia)
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Ato criminoso: Bispo de Guarulhos-SP usa dinheiro dos fiéis para produzir folhetos contra Dilma e ainda falsifica assinatura da CNBB

Dois milhões e 100 mil panfletos contra Dilma Rousseff, com assinatura falsa da CNBB, estavam sendo rodados em uma gráfica em SP, descoberta pelo PT. Os responsáveis pela Pana Editora e Gráfica afirmam que o material foi encomendado pelo bispo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, da diocese de Guarulhos-SP. Perguntas que precisam ser respondidas: 1- Desde quando o bispo de Guarulhos tem dinheiro para imprimir dois milhões de panfletos apócrifos? 2-Quem pagou? 3- De onde veio o dinheiro? 4- Em que conta da diocese ele foi depositado? 5-Quem orientou o uso da assinatura da CNBB no panfleto? Quem está instrumentalizando a diocese de Guarulhos contra Dilma Rousseff em São Paulo? Com a palavra a operosa Polícia Federal de SP e a não menos operosa vice-procuradora-geral do TSE, Sandra Cureau.


Leia também no blog do Celso Jardim a denúncia de pedofilia envolvendo um padre da Diocese de Guarulhos, do bispo Luiz Gonzaga Bergonzini.

Liga Nordestina denuncia: José Serra é preconceituoso com o Nordeste

Por Reginna Sampaio

Não é de hoje que a LIGA NORDESTINA ( Movimento Nacional em Defesa do Nordeste ) vem denunciando a aversão do candidato tucano José Serra ao povo do nordeste brasileiro. Em 2002 o Jornalista João Bosco Gaspar publicou no Diário do Nordeste uma matéria da LIGA NORDESTINA , reproduzida abaixo, onde denunciava-se a discriminação do candidato tucano com o povo nordestino.


O Presidente da LIGA NORDESTINA, João Batista Pinto (foto acima), disse que é o momento do povo nordestino repudiar essa prática discriminatória.

Uma vez que o nordeste é um grande berço da cultura brasileira e os nordestinos colaboraram com trabalho duro e muito sacrifício para a construção dessa hoje potência chamada Brasil.Disse ainda que a elite burguesa teima em fazer do preconceito contra o nordestino um de seus pilares,esquecendo-se da grande contribuição que os nordestinos dão todos os dias para fazer desse, um país melhor. E o candidato tucano representa parte desse preconceito. O Nordeste sabe que votar em Dilma é votar contra o preconceito.

Serra invade missa e toma vaia no Ceará


Reproduzo matéria de Saul Leblon, publicada no "Blog das Frases" no sítio Carta Maior:

"Isso é uma profanação"

Cristãos começam a reagir ao oportunismo religioso de Serra. A presença do candidato do conservadorismo nativo na missa da festa de São Francisco, em Canindé (CE), neste sábado, pode ter sido um ponto de inflexão.

A festa é o maior evento religioso da cidade. Quando chegou, Serra foi vaiado por manifestantes pró-Dilma. O candidato chegou a ser empurrado num início de conflito.

"Gostaria que a missa não fosse tumultuada com os políticos que aqui chegaram, por favor. Se vieram com outra intenção, peço que saiam assim como entraram. Isso é uma profanação", advertiu o celebrante olhando fixamente para a fileira da frente onde Serra estava.

Perto do fim da missa, o frade exibiu um panfleto contra Dilma e foi mais duro ainda: "Acusam a candidata do PT em nome da igreja. Não é verdade". A plateia aplaudiu. "Não está autorizada essa coisa. A igreja não está autorizando essas coisas". Mais aplausos. Serra saiu à francesa.

Indignação também nas universidades

Inteligência brasileira se une contra um retrocesso chamado Serra.

Intelectuais e artistas brasileiros se mobilizam em todo o país em manifestações de protesto e indignação contra as metas e os métodos adotados pela candidatura do conservadorismo brasileiro. Circulam pelas universidades e na Internet o "Manifesto dos Reitores contra Serra"; o "Manifesto dos Professores de Filosofia contra Serra"; o "Manifesto dos Artistas e Intelectuais contra Serra". O mais recente documento, que ontem já reunia cerca de 680 assinaturas, é o manifesto dos professores universitários que abre com a seguinte frase:

"Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra".

Porto Alegre se levanta

Tarso Genro mobiliza dois mil militantes.

"Um tom de urgência, gravidade e intensa mobilização marcou praticamente todas as intervenções".

No Rio, na 2º feira, dia 18, no teatro Casa Grande, intelectuais liderados por Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepomuceno e Leonardo Boff entregam manifesto de apoio a Dilma Rousseff.

Em São Paulo, na 3º feira, dia 19, às 19 horas, a campanha pró-Dilma tem encontro marcado na PUC-SP, Monte Alegre ,1024. O ato está sendo organizado pelo jurista Celso Antônio Bandeira de Mello e pelo teólogo Mário Sérgio Cortella.

Postado no Blog do Saraiva

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Gabriel Chalita convoca os professores brasileiros a votarem em Dilma, e a dizerem não ao retrocesso na educação representado por Serra


Acesse também:

www.dilma13.com.br/verdades

"O ódio não nos interessa", afirmou Dilma

Com capacidade para 2 mil pessoas, o auditório da Força Sindical, no centro de São Paulo, ficou pequeno para a multidão de professores, estudantes, reitores, cientistas e sindicalistas que se reuniu para defender a eleição da candidata Dilma Rousseff. Na falta de cadeiras, todos os espaços vazios foram ocupados. Bandeiras e palavras de ordem deram o tom do ato político que serviu também de repúdio à candidatura de José Serra.

No Dia dos Professores, a dura repressão comandada pelo governo tucano de São Paulo contra a greve da categoria em abril deste ano foi lembrada. Num discurso contundente, a presidente do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo, Izabel Noronha, alertou que as promessas de valorização da categoria e de defesa da educação feitas por Serra na campanha presidencial não passam de “conversa fiada”.

“Serra é adversário dos professores. A educação no estado de São Paulo é uma vergonha. Dilma significa avanço. Serra é retrocesso”, afirmou Izabel, lembrando que o governo de São Paulo usou a polícia contra os professores em greve.

O ato político foi marcado pela intensa participação dos jovens liderados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), que declarou apoio à Dilma Rousseff no segundo turno. “Serra, inimigo do estudante”, gritavam os jovens no intervalo dos discursos. A revolta tinha motivo. Segundo o presidente da UNE, Augusto Chagas, o candidato do PSDB declarou que a entidade mudou de lado.

“Ele é o único ex-presidente da UNE que vem a público falar mal da nossa entidade e insinuou que a UNE mudou de lado. A UNE sempre esteve do lado certo. Ele é que mudou de lado. Nós sempre defendemos a Petrobras”, disse Chagas.

Um dos discursos mais emocionantes foi de Ana Maria Freire, viúva do educador pernambucano Paulo Freire. Lamentando a campanha que tenta dividir o Brasil e espalhar o ódio, Ana Maria decretou: “Se vamos dividir, nós somos os de bem. Serra serve à elite e desserve ao povo. Dilma serve e enobrece o povo.”

No discurso interrompido dezenas de vezes por aplausos e gritos de apoio, a candidata Dilma Rousseff referendou as palavras de Ana Freire. “O ódio não nos interessa.”

Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.

Marilena Chaui: "Serra é uma ameaça à democracia"


A filósofa e professora da USP fala sobre as eleições deste ano e explica por que o projeto dos tucanos é um retrocesso.

Em entrevista gravada anteontem, em São Paulo, a filósofa Marilena Chaui fala sobre as eleições deste ano e explica por que o projeto dos tucanos é um retrocesso. Segundo ela, o candidato José Serra representa uma ameaça às conquistas sociais e econômicas alcançadas pelo governo Lula. Marilena avalia que os ambientalistas devem estar atentos no segundo turno porque Serra teve votação maior em regiões de desmatamento e do agronegócio.

Clique AQUI e assista aos vídeos com os depoimentos da Professora e Filósofa Marilena Chaui.

Chimbinha, da Banda Calypso, diz porque apoia Dilma


O músico Chimbinha comanda um dos grupos mais populares do Brasil e diz por que vota em Dilma para presidente do Brasil. Ontem, ele esteve com a candidata e o presidente Lula na cidade de Belém, no Pará, onde nasceu um dos maiores fenômenos da música popular dos últimos anos no país.

Lula até brincou em seu discurso: "Companheiro Chimbinha, você não pode cantar porque a lei não permite. E eu também não posso cantar porque a lei não permite. Mas faço um desafio: depois das eleições, eu vou desafiar você pra ver quem é melhor na guitarra e quem canta melhor. Vocês vão conhecer um Lula que não conhecem. Um Lula guitarrista!".
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Assista ao vídeo:


Do site Dilma 13

Com o blog Os Amigos do Presidente Lula

Tom Morello, guitarrista do 'Rage Against the Machine', pede aos jovens apoio para Dilma


"Dilma Rouseff é a candidata dos pobres, da classe trabalhadora e da juventude. É minha esperança que os jovens do Brasil apóiem ela", escreveu o guitarrista da banda Rage Against the Machine, Tom Morello, em seu twitter (@tmorello) na manhã desta sexta-feira (15).

A banda é conhecida pelo seu engajamento e músicas politizadas. Esteve no Brasil, se apresentando no sábado (9) no festival SWU, em Itu, interior paulista. (Com informações do portal Terra).

Dia do Professor (a): "Homenagem" de José Serra aos professores (as) paulistas. Você quer isso para o Brasil?

GREVE DOS PROFESSORES PAULISTAS

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES (SÃO PAULO)

OS PROFESSORES, MAIS UMA VEZ PROCURAM O GOVERNO PARA NEGOCIAR


MAS... JOSÉ SERRA... ENVIOU OS SEUS NEGOCIADORES



O RESULTADO...

OS PROFESSORES SENDO MASSACRADOS PELA TROPA DE CHOQUE



PROFESSORES SENDO ATINGIDOS POR BALAS DE BORRACHAS




VEJAM QUEM ORDENOU A REPRESSÃO CONTRA OS PROFESSORES


E AINDA PRETENDE SER PRESIDENTE DO BRASIL


SE NÃO CUIDA DA EDUCAÇÃO... NÃO VAI SER UM CHEFE DA NAÇÃO!!!


VAMOS MAIS UMA VEZ EM BUSCA DO RESPEITO QUE A EDUCAÇÃO MERECE

PRECISAMOS MOSTRAR PARA POPULAÇÃO QUE JOSÉ SERRA... ERRA!!!

NÃO ERRA SÓ COM A EDUCAÇÃO...

ERRA COM A SAÚDE...

ERRA COM A SEGURANÇA

E O PIOR... FAZ PROPAGANDAS NA TELEVISÃO... COM O NOSSO DINHEIRO...
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CONTANDO MENTIRAS PARA A POPULAÇÃO!!!

JUNTE-SE A NÓS!!!!
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REPASSE ESSA MENSAGEM PARA SEUS CONTATOS

VAMOS FAZER UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO COM PAZ E TRANQUILIDADE.

NÃO PRECISAMOS DE VIOLÊNCIA!!!

NOSSAS ARMAS SÃO OUTRAS... A EDUCAÇÃO... E A VONTADE DE TERMOS UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE!!!

"Devemos ser a transformação que queremos no mundo" Ghandi

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Baixarias na internet conectam campanha de Serra com extremistas, DEM e Daniel Dantas

O jornalista Tony Chastinet recebeu um desses e-mails anônimos com calúnias contra Dilma Roussef.

Ele conseguiu identificar os autores, e algumas conexões interessantes:

1) A organização remetente tem como responsável Nei Mohn (foi presidente da “Juventude Nazista” em 1968, ex-informante do órgão de repressão na ditadura, suspeito de atos de terrorismo na década de 80, como bombas em bancas de jornais e outros atentados, foi investigado por falsificar o jornal da Igreja Católica, atacando religiosos que denunciavam torturas).

2) O filho de Nei Mohn, o advogado Bruno Degrazia Möhn trabalha para um grande escritório de advocacia de Brasília contratado por Daniel Dantas para representar o deputado federal Alberto Fraga (DEM) em ação no TCU movida pelo deputado para tentar impedir a compra de ações da Brasil Telecom pelos fundos de pensão.

Está tudo documentado em detalhes no blog do jornalista Rodrigo Vianna.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Católicos e Evangélicos se unem em favor de DILMA

Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da Vida em Abundância!

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:

1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).

2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:

3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.

4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).

5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.

6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.

7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.

Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:

Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional
Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT
Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional
Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC
Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia
Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão
Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Vina- Maranhão
Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT
Jether Ramalho, Rio de Janeiro
Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo
Professor Candido Mendes, cientista político e reitor
Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor
Zé Vicente, cantador popular, Ceará
Chico César, Cantador popular, Paraíba/São Paulo
Revdo Roberto Zwetch, igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo
Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ
Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia
Maria Victoria Benevides, professora, da USP
Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo
Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre
Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.
Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação
Frei Betto, escritor, dominicano
Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT(Ecumenical Association of Third World Theologians)
Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional
Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP
Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz
Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins
Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos
Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó/SC
Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC
Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho
Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora
Pe. John Caruana, Rondônia
Pe. Julio Gotardo, São Paulo
Toninho Kalunga, São Paulo
Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)
Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia
Silvania Costa
Mercedez Lopes,
André Marmilicz
Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social
Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS
Darciolei Volpato, RS
Frei Ildo Perondi – Londrina PR
Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.
Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC
Pe. Luis Sartorel,
Itacir Gasparin
Célio Piovesan, Canoas.RS
Toninho Evangelista – Hortolândia/SP
Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília
Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE
Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina
Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó
Odja Barros Santos – Pastora batista
Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário
Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife
Rosa Maria Gomes
Roberto Cartaxo Machado Rios
Rute Maria Monteiro Machado Rios
Antonio Souto, Caucaia, CE
Olidio Mangolim – PR
Joselita Alves Sampaio – PR
Kleber Jorge e silva, teologia – Passo Fundo – RS
Terezinha Albuquerque
PR. Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO
Padre Ferraro, Campinas.
Ir, Carmem Vedovatto
Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus
Padre Manoel, PR
Magali Nascimento Cunha, metodista
Stela Maris da Silva
Ir. Neusa Luiz, abelardo luz- SC
Lucia Ribeiro, socióloga
Marcelo Timotheo da Costa, historiador
Maria Helena Silva Timotheo da Costa
Ianete Sampaio
Ney Paiva Chavez, professora educação visual, Rio de janeiro
Antonio Carlos Fester
Ana Lucia Alves, Brasília
Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS
Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro
Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro
Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia
Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife
Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG
Fernanda Seibel, Caxias do Sul.
Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza
Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE
Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN
Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC
Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN
Elida Araújo
Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN
Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora
Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN
Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
Targelia de Souza Albuquerque
Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE
Débora Costa-Maciel, Profª. UPE
Maria Theresia Seewer
Ida Vicenzia Dias Maciel
Marcelo Tibaes
Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás
Claudio de Oliveira Ribeiro. Sou pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP
Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES
Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ - Secretario do CEBI RJ
Sílvia Pompéia.
Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE
Dora Seibel – Pedagoga, Caxias do Sul
Mosara Barbosa de Melo
Maria de Fátima Pimentel Lins
Prof. Renato Thiel, UCB-DF
Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)
Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)
Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora
Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva,Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil
Irene Maria G.F. da Silva Telles
Manfredo Araújo de Oliveira
Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro
Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP
Adriano Carvalho.
Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/PR
Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano
Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS
Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia
M. Candida R. Diaz Bordenave
Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
Xavier Uytdenbroek prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
Targelia de Souza Albuquerque
Maria Lúcia F de Barbosa (Professora – UFPE)
Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo
Alessandro Molon, parlamentar, Rio de Janeiro
Adjair Alves (Professor – UPE)
Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL
Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP
Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA
Carlos Caroso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etrnologia da UFBA
Isabel Tooda
Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco
Prof. Dr. Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Teologia PUC- Rio
Aristóteles Rodrigues - Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião
Zwinglio Mota Dias – Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora
Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE
Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB
Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza
Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico
Nercina Gonçalves
Hélio Rios, pastor presbiteriano
João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ
Lucilia Ramalho. Rio de Janeiro.
Maria tereza Sartorio, educadora, ES
Maria José Sartorio, saúde, ES
Nilda Lucia sartorio, secretaria de ação social, Espírito Santo
Ângela Maria Fernandes – Curitiba, Paraná
Lúcia Adélia Fernandes
Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP
Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP
Ruth Alexandre de Paulo Mantoan
José Luiz de Lima
Gilberto Alvarez Giusepone Júnior (Prof. Giba), educador, São Paulo

Do Fala Povo

Com o Blog do Saraiva

Paulo Preto, homem-bomba tucano, surge na Record e some na Globo

Dilma trouxe Paulo Preto para o debate da “Band”. Se você não sabe quem é Paulo Preto, não se culpe. A velha mídia escondeu a história. Em maio, duas revistas fizeram matérias discretas sobre o tal personagem, que seria ligado a Aloysio Nunes Ferreira (eleito senador pelo PSDB-SP) e teria arrecadado “recursos não-contabilizados” para a campanha tucana. Os detalhes você pode ler aqui.
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Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador
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Logo depois, o assunto sumiu da mídia. Imaginem se Paulo Preto fosse do PT? A Folha já teria pedido a prisão do sujeito. Já haveria provas da ligação dele com Zé Dirceu e Dilma. Mas como Paulo Preto é tucano…

Leia também:
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Dilma perguntou a Serra sobre Paulo Preto no debate. Serra fingiu que não ouviu. Hoje, a imprensa perguntou a Serra sobre Paulo Preto, Serra não quis falar.
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O Jornal da Record fez reportagem sobre Paulo Preto.


A Globo, não. A Globo não gosta de mostrar Preto na tela.
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Leia aqui o texto do R7 – que explica quem é Paulo Preto e mostra como Serra fugiu do assunto.
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Leia trecho da reportagem do R7, que traz informações da revista IstoÉ sobre o engenheiro Paulo Preto – amigo dos tucanos de São Paulo:

A revista diz que “segundo dois dirigentes do primeiro escalão do PSDB, o engenheiro arrecadou “antes e depois de definidos os candidatos tucanos às sucessões nacional e estadual”. Os R$ 4 milhões seriam referentes apenas ao valor arrecadado antes do lançamento oficial das candidaturas, “o que impede que a dinheirama seja declarada, tanto pelo partido como pelos doadores”, relata a revista.
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A IstoÉ diz ainda que “até abril, Paulo Preto ocupou posição estratégica na administração tucana do Estado de São Paulo”. Foi diretor de engenharia da Dersa, estatal responsável por obras como a do Rodoanel, “empreendimento de mais de R$ 5 bilhões, e a ampliação da marginal Tietê, orçada em R$ 1,5 bilhão – ambas verdadeiros cartões-postais das campanhas do partido”. Mas, segundo a reportagem, “Paulo Preto foi exonerado da Dersa oito dias depois de participar da festa de inauguração do Rodoanel”.
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É um caso que incomoda os tucanos. Por que será, Serra? E por que a Globo não levou Preto pro ar?
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